quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O NASCIMENTO DE JESUS, UM CORDEL SOBRE O NATAL


Dos doze meses do ano, o de dezembro é o mais bonito para o cearense Euriano Sales, 31. Autor do vídeo O nascimento de Jesus, um cordel de Natal, o publicitário de sotaque arrastado usou a paixão pela literatura matuta para contar o real sentido da data. O vídeo de pouco mais de seis minutos, um dos primeiros produzido e narrado por Sales, passeia por uma história bíblica, mas com tons universais. 


“A linguagem é popular e a temática, menos comum. No cordel, tem muitas histórias sobre política, personagens lúdicos, mas poucas a respeito do cristianismo”, explica. A primeira narrativa transformada em versos por Sales foi José, o governador do Egito. Em seguida, surgiu O nascimento. O publicitário construiu o texto, enquanto a sócia Meg Banhos produziu mais de 200 ilustrações em dois dias.
Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2013/12/24/internas_viver,481333/historia-de-natal-contada-em-cordel-animado-assista-ao-video.shtml


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Vídeo: Matemática na vida

     Boa noite,
     Continuando nossa redescoberta da matemática, decidi colocar esse vídeo que assistimos na aula de segunda. É um filme antigo com o áudio não muito bom, mas vale a pena assistir.

   

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Vídeo: Donald no país da Matemática


    Boa noite queridos,
    Vocês se lembram do que conversamos? Pois é, este filme é para mostrar a riqueza da matemática em nossa vida. Tenho notado que a medida que o estudo matemático vai se aprofundando vocês reclamam do quanto a Matemática é complicada.
     Então pensei que talvez o problema estivesse com a professora, nesse caso eu. De modo que decidi que vamos aprender a amar essa disciplina tão rica e descobrir que tudo na nossa vida é feito de matemática.
     Sejam bem vindos a nossa viagem, conto com a ajuda de vocês...
     Beijos!!!!!!!!


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Projeto Literatura de cordel

LITERATURA DE CORDEL
APRESENTAÇÃO:
            Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal.
No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.
Uma das características desse tipo de produção é a manifestação da opinião do autor a respeito de algo dentro da sua sociedade. Os cordéis não tem a característica de serem impessoais ou imparciais, pelo contrário, na maioria das vezes usam várias técnicas de persuasão e convencimento para que o leitor acate a ideia proposta.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel
NÍVEL ESCOLAR: 4º ano do Ensino Fundamental
DURAÇÃO: 1 aula
OBJETIVOS
GERAL:
·         Ler com fluência e compreensão diversos gêneros textuais.

ESPECÍFICOS
a)      Buscar pistas textuais, intertextuais e contextuais para ler nas entrelinhas (fazer inferências), ampliando a compreensão;
b)      Compreender o que ouve argumentando, comparando e concluindo;
c)      Compreender e valorizar obras decorrentes da cultura popular em publicações antigas e atuais.
CONTEÚDOS
Conceituais: Folclore, literatura de cordel;
Procedimentais: Compreender a riqueza do folclore brasileiro.
Atitudinais: Atentar para a linguagem simples do poema e despertar para a narrativa que traduz a realidade do poeta.

SEQUÊNCIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM
ETAPA 1 (1 aula)
Atividade 1.1 - Buscando os conhecimentos prévios.
A aula será iniciada instigando os alunos para que eles possam expressar seus conhecimentos prévios sobre o que sabem sobre o folclore brasileiro, em especial sobre a literatura de cordel.
Atividade 1.2 – No segundo momento a professora apresentará o texto “Migrante” de Dalinha Catunda. Realizaremos a leitura compartilhada do poema e faremos a interpretação oral do texto sugerido.
Atividade 1.3 – Os alunos assistirão ao vídeo “ O cordel do Nascimento de Jesus”
Atividade 1.4 – Os alunos farão a ilustração do poema “Migração” imitando  a técnica da xilogravura.
Atividade 1.5 – Os alunos farão a leitura do texto “ Cordel adolescente, ô xente!”  de Silvia Orthof e também a interpretação oral e escrita.

CULMINÂNCIA
 Produção de um poema de cordel e ilustração utilizando a técnica da xilogravura.

 AVALIAÇÃO
A avaliação será constante mediante a participação dos alunos nas atividades propostas.
RECURSOS NECESSÁRIOS
Guache preta, folhas brancas, rolinho de espuma, tesoura, bandejinhas de isopor (daquelas de frios), palito de churrasco, lápis, projetor multimídia, quadro branco, pincéis, caderno,




quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Entrevista a um migrante

Entrevista a um Migrante

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Filiação: Pai:
Mãe:
Tipo: ( ) migração (     ) imigração ( ) êxodo rural
Por que você veio morar aqui?
Quantos anos você tinha quando migrou?
Você gostaria de voltar para a sua terra natal?
E sua família veio com você?
Como era sua vida lá?

Se você não houvesse se mudado para Brasília, como você imaginaria sua vida nesse período até agora?

A Pressão Demográfica: Entorno e Regiões Administrativas

          A expectativa de emprego estimulou ainda mais o movimento migratório para o Distrito Federal e seu entorno. A população migrante formou cidades satélites - termo abolidos por decreto em 1997- as quais são conhecidas atualmente como Unidades Administrativas. O acelerado crescimento populacional motivou a implantação de núcleos habitacionais periféricos. O mapa 1 as Regiões Administrativas do Distrito Federal,mostra as localidades que constituem novos desafios para a política regional .

Mapa 1
Regiões Administrativas do Distrito Federal

Dentre os fatores que influenciam as alterações populacionais de uma região a migração é uma das mais relevantes no sentido de que sua ação se reflete nos demais componentes demográficos, fecundidade e mortalidade, e ainda indiretamente em outros aspectos como formação e estruturação do mercado de trabalho.         
A transferência para a região do Entorno e o subterfúgio de muitos, possibilitando a vida em condições mais agradáveis, uma vez que o mercado imobiliário desta área é mais acessível e, ao mesmo tempo próximo ao Distrito Federal, onde se tem a possibilidade do emprego. Além disso, esta proximidade pode contornar problemas como desde a ineficiência dos serviços de saúde e educação até a oferta de lazer. Neste ponto há que se considerar a pressão inevitável que o Distrito Federal sofre nos seus equipamentos sociais com destaque para aqueles nas áreas da saúde, educação e segurança.
            Na década de 80 os municípios próximos ao Distrito Federal passaram por enormes modificações, tanto na sua estrutura física, como no volume da sua população. A criação de novos municípios fez surgir novas cidades com população superior a de diversos municípios da Região Centro-Oeste e mesmo do Brasil.
Algumas cidades próximas do Distrito Federal conheceram nos últimos cinco anos um crescimento que ultrapassa em muito o observado em Brasília. Estas altas taxas foram sustentadas, pela imigração oriunda das Regiões Administrativas limítrofes ao Entorno ou mesmo daquelas mais populosas do DF.
Acontece que a região do Entorno não estava preparada para receber essa quantidade de pessoas vindas do Distrito Federal e de todos os lugares do Brasil. Só para se ter uma ideia, a cidade de Águas Lindas de Goiás com menos de 5 anos de emancipação política, conta hoje com uma população aproximada de 180 mil habitantes e o mais grave é que todo dia essa quantidade aumenta, embora não disponha, ainda, de infra-estrutura urbanística básica como água, esgotamento sanitário, serviço de coleta de lixo e nem mesmo serviço postal adequado.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Rocha ou pedra?


            Rocha é um material sólido formado por um ou mais minerais. Já as pedras são pedaços e qualquer substância sólida e dura, como: uma pedra de sabão, de gelo ou de cimento.
            As rochas estão por toda parte. Nos continentes, no fundo dos oceanos, na Lua e até em Marte.
            Os minerais são substâncias cristalinas encontradas na grande maioria das vezes nas rochas, pois isolados, são raros na superfície da Terra. Exemplos de minerais: a grafita chamada de grafite no lápis, o diamante, que é o mineral mais duro do mundo, a gipsita , utilizada para fazer gesso, a argila, usada na fabricação de cerâmica, o quartzo, na fabricação do vidro e outros.
            Tanto as rochas como os minerais, estão presentes na maioria dos objetos do nosso dia a dia. Nas mesas, janelas, escadas, parafusos e até mesmo as colunas dos prédios são feitas de fero ou de uma mistura de ferro com outros metais. Todos os metais são encontrados nos minerais que formam as rochas.

Tipos de rochas
            As características de cada rocha podem dar pistas ao geólogo sobre sua origem. Elas podem ser:
v  Rochas sedimentares – são formadas a partir de partículas de outras rochas e minerais depositados em um determinado local por milhares ou milhões de anos sob o efeito da pressão e da temperatura. Exemplo: calcário, arenito, conglomerado, etc.
v  Rochas magmáticas ou ígneas – essas rochas são resultados do resfriamento, da solidificação e consolidação do magma ou lava ( material pastoso expelido pelos vulcões), daí o nome rochas magmáticas, também conhecidas como ígneas. Exemplos: basalto, pedra púmice, granito, obsidiana, etc.
v  Rochas metamórficas – são formadas através da deformação de outras rochas, magmáticas, sedimentares e até mesmo outras rochas metamórficas, devido a alterações de condições ambientais, como a temperatura e a pressão. Alguns exemplos são gnaisse, formado a partir do granito;